A flor que me não deste
e, esquiva, recusaste,
naquela tarde triste,
naquela tarde agreste,
- uma rosa amarela
debruçada na haste - foi afinal aquela
a flor que me entregaste,
naquela tarde triste,
naquela tarde agreste!...
***
Saúl Dias
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Escrevi um livro.
Quantos anos a sonhá-lo,
A rascunhá-lo nas mesas dos cafés,
A escrevê-lo nos intervalos do emprego,
A vivê-lo,
A sofrê-lo,
Na província, nas cidades...!
19 de abril 2013
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